Que uma vitória e consequente classificação na Copa do Brasil marca desportivamente os clubes que participam, principalmente aqueles que estão fora dos principais mercados do futebol, é um fato. Mas também é evidente que nos últimos anos, principalmente depois da pandemia da covid-19 começar, o fator financeiro da competição ganhou ainda mais importância, como para a dupla Re-Pa.
De olho na cota
Atrás da cota milionária de R$ 1,7 milhão, Remo e Paysandu entram em campo no mesmo dia, nesta terça-feira (13), contra, respectivamente, CSA-AL e CRB-AL, dois dos maiores clubes de Alagoas. Os duelos podem significar uma temporada mais tranquila no bolso de Leão e Papão, em caso de classificação. Porém, em caso de queda, a situação pode se agravar, principalmente no Papão.
Vale lembrar que no dia 15 de março de 2020 ocorreu o último jogo com torcida em Belém, antes da paralisação por conta da pandemia do novo coronavírus - ou seja, há mais de um ano. A partida foi entre Paysandu 1 x 0 Castanhal, no estádio da Curuzu, pela oitava rodada do Campeonato Paraense. O Paysandu venceu o confronto com o gol do atacante Deivid. Desde então os estádios nunca mais receberam torcedores.
Com isso, a dupla Re-Pa e os demais clubes do futebol brasileiro ficaram sem uma das principais - para muitos clubes, a mais importante - fonte de receita: a bilheteria. Por isso, as equipes tiveram que desenvolver ainda mais estratégias de marketing, na busca por aliviar um pouco mais o caos que a pandemia causou.
Resta saber se ambos os representantes paraenses, ou se apenas um deles, avançará para a terceira fase e continuará arrecadando os valores disponibilizados pela CBF em cada fase.
Fonte: Redação Integrada/Oliberal