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Contra lutador russo, Paraense estreia no UFC no sábado (22) e afirma: \'Será um grande show\'

Publicada em 20/05/21 às 08:50h - 142 visualizações

por Rádio Nativa FM 92.5 Irituia


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 (Foto: Rádio Nativa FM 92.5 Irituia)

No próximo sábado (22), o paraense Rafael Alves, de 30 anos, estreia no UFC contra o russo Damir Ismagulov, no duelo válido pelo peso-leve. A programação indica que os dois vão realizar a primeira luta do card preliminar do UFC Fight Night: Font x Garbrandt, realizado em Las Vegas, nos Estados Unidos.

Natural de Belém (PA), Rafael Alves foi revelado no reality ‘Contender Series’. Ele conseguiu a contratação, das mãos de Dana White, ao vencer o oponente por finalização. O lutador deveria ter estreado na companhia em fevereiro. No entanto, ele bateu o recorde negativo na história da organização ao ficar mais de cinco quilos acima do limite perdido para um duelo no peso-pena (até 66 kg). Mesmo assim, continuou no UFC e subiu de categoria.“Eu estou muito bem. Acredito que foi melhor pra mim mudar de categoria. Estou muito focado e pode ter certeza que será um grande show. 

É o momento de lutar de novo na frente do Dana White. Para a família ficar feliz e os amigos também. Estou aqui para dar o meu melhor”, comentou.Rafael tem 28 lutas na carreira. Ele venceu 19 e perdeu nove. Já o adversário, o russo Damir Ismagulov, tem 29 anos, e estreou pela organização em 2018, quando venceu as três lutas que disputou. A última atuação foi em agosto de 2019, com vitória em cima do Thiago Moisés. Na carreira, ele tem 20 lutas, sendo 19 vitórias e uma derrota. Ele é conhecido pelo bom nível de trocação. Mas o paraense está confiante pela primeira vitória no UFC.

“Acho que não terei dificuldade. Quem vai ter é ele. Porque ele vai para a apanhar e eu para bater. Sei que o Damir gosta de trocação. Não vai ter segredo. E se trocar comigo, vai cair”, afirmou o paraense, revelando o que mais sente falta do Pará.“Eu sinto muita falta do açaí, peixe frito e as frutas. Sinto falta da minha terra. Estou há muito tempo nos Estados Unidos. Passei por umas dificuldades e fiquei quase quatro anos sem ir ao Brasil. Depois da minha luta quero ir em Belém”, afirmou o lutador criado no distrito de Icoaraci.

Fonte: Andreia Espírito Santo/OLiberal




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